Já havia passado a hora do almoço da raposa. Ela estava faminta e ainda não tinha encontrado nada para comer. Mas, de repente, viu uma videira carregada de uvas negras, maduras e perfumadas, um verdadeiro convite para uma bela refeição.
No entanto, as bagas estavam bem no alto da videira. A raposa tentou pular, pendurar-se numas pedras que estavam por perto para ficar mais alta e esticou o corpo ao máximo, sem conseguir alcançar as uvas.
Por fim, deu meia volta e resolveu procurar comida noutro lugar, pensando:
“ Aquelas uvas não estão tão maduras como eu pensei. Já se estragaram no cacho.”
MORAL DA HISTÓRIA
Quem não vê os seus próprios defeitos e limitações, defende-se culpando os outros.
Obs. Dedico esta fábula de Esopo a algumas personagens politicas do concelho de Odivelas, que por ai vagueiam de blogue em blogue, contribuindo assim para o anedotário concelhio.
Quem não vê os seus próprios defeitos e limitações, defende-se culpando os outros.
Obs. Dedico esta fábula de Esopo a algumas personagens politicas do concelho de Odivelas, que por ai vagueiam de blogue em blogue, contribuindo assim para o anedotário concelhio.
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